Você já se perguntou qual é o melhor ativo entre exossomos, peptídeos e PDRN? Se sim, saiba que está fazendo a pergunta errada.
Essa é a premissa que a Dra. Luciana Lourenço traz para repensar a forma como escolhemos tratamentos para a pele. Na maioria das vezes, o problema não está no ativo em si — está em como ele está funcionando na via biológica e, principalmente, se a indicação está correta para aquela pele, naquele momento.
Os três eixos da regeneração cutânea
A pele regenera por meio de três processos fundamentais: modulação, comunicação e estímulo. Cada ativo age de forma predominante em um desses eixos — e é essa lógica que deve guiar a escolha terapêutica, não a popularidade do ingrediente.
O PDRN (Polidesoxirribonucleotídeo) é focado na modulação celular. Ele atua na regulação da inflamação, na ativação de receptores de crescimento e na melhora da qualidade do tecido — sendo especialmente indicado quando a pele apresenta inflamação crônica ou baixa resposta regenerativa.
Os Exossomos são vesículas extracelulares essenciais para a comunicação intercelular. Eles carregam informações entre células, ativando respostas de reparo e regeneração de forma mais ampla e coordenada. São indicados quando a pele precisa reorganizar sua arquitetura.
O GHK-Cu (peptídeo de cobre) atua diretamente no estímulo dos tecidos — aumentando a síntese de colágeno, promovendo remodelação da matriz e reativando células com baixa atividade.
O que realmente define o melhor ativo?
A condição atual da pele: se há inflamação, ela precisa ser modulada. Se há desorganização estrutural, é preciso reorganizar. Se há baixa atividade celular, é necessário estimular.
Usar muitos ativos não é o que dá resultado. O que funciona é entender o que sua pele precisa — e isso só é possível com avaliação especializada.
Agende sua consulta. Vamos entender juntos as reais necessidades da sua pele.
